Por Rayane Fernandes
O plano de saúde para os servidores do Distrito Federal está mais próximo de ser implementado. Foi o que afirmou o governo, na tarde dessa segunda-feira (29), em reunião com o Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem (Sindate-DF), no Palácio do Buriti. Na ocasião, a direção do Sindate cobrou um posicionamento do governo sobre o assunto.
De acordo com o presidente do Instituto de Assistência à Saúde do Servidor do Distrito Federal (INAS), Ricardo Perez, em breve deve ser publicado um edital de licitação para a contratação da empresa que fará o gerenciamento do plano de saúde. Esta empresa será a responsável por atividades como cálculo atuarial, implementação do sistema, consultoria, entre outros.
“O projeto já foi entregue à Secretaria de Planejamento. Agora estamos aguardando essa parte burocrática, como elaboração do termo de referência e a publicação do edital. Após isso, vem a fase da implementação”, explicou. Apesar de estar bem encaminhado, o presidente do INAS afirmou que ainda não há prazo para a publicação do chamamento.
Coparticipação
Segundo Ricardo, está certo que o plano será por meio de coparticipação, ou seja, o servidor vai pagar, além da mensalidade, um percentual do valor das consultas, internações ou outras despesas médicas que venha a usufruir. No entanto, será estabelecido um limite de valor a ser cobrado pelo governo por mês para que o servidor não fique endividado. O valor será descontado no contracheque. Além disso, a coparticipação permitirá que o valor mensal do plano seja mais acessível.
O presidente do INAS falou ainda que o plano será por adesão, ou seja, os servidores deverão manifestar o interesse em aderir e que se estenderá aos dependentes e familiares. Com relação a quais unidades hospitalares e clínicas que atenderão o plano, o governo informou que a rede credenciada será feita apenas após a finalização do processo burocrático.
Reivindicação antiga do sindicato, o Sindate-DF espera que a implementação do plano de saúde para os servidores seja feita o mais rápido possível. “Precisamos dar condições melhores de saúde aos profissionais que cuidam todos os dias da saúde da população”, disse a diretora Josy Jacob.


