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    Na Mídia

    De bebês a idosos, falta UTI no DF até para quem tem decisão judicial

    Comunicação SindateBy Comunicação Sindate11/06/2018Nenhum comentário4 Minutos de Leitura
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    Por Douglas Carvalho

    Mesmo com amparo judicial, pacientes do Distrito Federal em crítico estado de saúde não conseguem vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública. A falta desse tipo de suporte afeta pessoas de todas as idades, de recém-nascidos a idosos, como no caso da aposentada Maria Cristina Nascimento, 62 anos.

    A mulher sofreu parada cardíaca na segunda-feira (4/6) e, desde então, padece em leito de emergência incapaz de oferecer atendimento necessário, no Hospital Regional de Sobradinho (HRS). Ela tem histórico de doenças do coração, diabetes e insuficiência renal. E mais: depende de hemodiálise – filtração do sangue por meio de rim artificial – diária, o que não tem obtido desde a internação.

     “Nós nos sentimos péssimos, porque nem com decisão da Justiça a gente consegue UTI. Já nem sei direito o que fazer. Mas vou lutar até conseguir”, lamentou o zelador Tiago de Jesus Nascimento, filho de Maria Cristina. A família mora em Sobradinho. Ele teme pela vida da mãe, pois a mulher enfrenta diversos problemas de saúde.Tiago contou que, antes da internação, a idosa já passou por angioplastia e cateterismo – ambos são procedimentos no coração. Além disso, ela tem apenas 10% da função renal. Por causa dessa condição, o quadro dela inspira ainda mais cuidados e aumenta a urgência por UTI.

    Antes da parada cardíaca, segundo o homem, Maria Cristina passava por hemodiálise uma vez a cada dois dias. Porém, após a internação, a situação se agravou. “Agora, ela precisa desse procedimento diariamente. Mas só conseguiu duas vezes desde que foi internada. Nós percebemos que, quando ela faz, apresenta melhora significativa”, contou.

    O zelador acrescentou que, na quinta (7), médicos tiraram sedação da mãe. Ela não teria reagido e o filho chegou “a pensar no pior”. “Mas, logo após a hemodiálise, ela abriu os olhos. Começou a responder”, disse.

    A Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) afirmou que Maria Cristina está inscrita na Central de Regulação de Leitos (Cerih). A busca por vagas, segundo nota da pasta, foi ampliada, na terça (5), para os hospitais privados contratados, mas, até o momento, não surgiram vagas. “A paciente ainda aguarda a liberação de leito com suporte hemodialítico”, acrescentou.

    Alice
    O limitado número de UTIs põe em risco também quem apenas começou a viver, como a recém-nascida Alice. Ela veio ao mundo no último dia 17, foi diagnosticada com Tetralogia de Fallot – tipo de cardiopatia – e, desde então, está internada em leito da UTI neonatal do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Mas o estado dela se agrava a cada dia. O bebê está entubado e sob efeito de morfina.

    Isso aumenta ainda mais a angústia da família, que já obteve duas decisões judiciais obrigando a SES-DF a providenciar a operação da menina e, posteriormente, conceder UTI no Instituto de Cardiologia do DF (ICDF).

    O Metrópoles falou com a avó da criança, Celma Ribeiro, 43. Ela demonstrou aflição, pois a saúde da neta tem dado sinais de piora por causa da demora em passar por cirurgia. “Ela teve febre alta na terça (5) e na quarta (6). Tiveram de usar antibiótico”, lamentou.

    A condição da menina é considerada rara. Nela, o paciente apresenta quatro defeitos cardíacos observados logo após o nascimento. Por isso, Alice necessita passar por duas cirurgias: uma paliativa e outra de correção total. Apenas o ICDF tem estrutura e equipamentos necessários para a realização dos procedimentos.

    A SES-DF alegou que Alice, assim como Maria Cristina, está inscrita na Cerih, mas, por enfrentar quadro infeccioso, não tem “condições clínicas adequadas para ser submetida à cirurgia”. Na terça (5), a pasta afirmou que todas as vagas da unidade estavam ocupadas e a menina dependia apenas de um leito disponível para passar pelo procedimento.

    Falta de UTIs
    A rede pública tem 408 leitos de UTI (adulto, pediátrica e neonatal), entre próprios e contratados. Desse total, 349 são regulados pela Cerih – 227 de UTI adulto, 44 de pediátrica e 78 de neonatal.

    “Vale ressaltar que parte desses leitos encontra-se bloqueada, indisponível para admissão de pacientes criticamente enfermos, por motivos como falta de recursos humanos, equipamentos e insumos necessários à assistência intensiva”, destacou a pasta.

    Na sexta (8), oito pacientes neonatais ou pediátricos aguardavam transferência para leito de terapia intensiva especializado, com vistas à realização de procedimento cardiocirúrgico. Desses, sete estão beneficiados por mandado judicial, segundo a SES-DF.

    Mateus
    O drama de Alice é o mesmo de Mateus, que também sofria com uma malformação cardíaca e ficou por duas semanas no Hospital Regional de Sobradinho esperando ser transferido para o ICDF. Apesar de duas decisões judiciais, o menino não passou pelo procedimento indicado por médicos devido à falta de vaga em UTI da unidade especializada.

    Mateus virou símbolo de campanha realizada pelo Metrópoles. Em 1º de junho, cinco dias após conseguir a tão esperada transferência para o ICDF, o menino morreu nos braços da mãe, antes mesmo de conseguir fazer a cirurgia.

    Fonte: Metrópoles

    2018 Falecimento judicial UTI
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